domingo, 17 de janeiro de 2010

Australian Open - dia 1



Maria Sharapova x Maria Kirilenko

Geralmente, não assisto jogos femininos. Mas, quando ao menos uma das jogadoras atende aos quesitos de ter umtênis interessante e ser bonita, acabo por assistir.

Dito isso, hei de admitir que fui surpreendido pela Kirilenko. Tênis sólido, bem jogado, com subidas a rede e variações. Acabei, ao fim do jogo, me vendo torcendo pela loirinha menos conhecida.

Não é surpresa, no fim das contas. A Maria menos famosa se mostrou superior em todos os quesitos que importam:

1 - Técnica: Pouco a pouco, o jogo de batidas incessantes e descerebradas perde espaço. Duas das maiores sinalizadoras disso, Sharapova e Ivanovic, tem caído consideravelmente. Enquanto isso,v vemos a ascenção e retorno de Henin, Clijsters, e o surgimento de meninas habilidosas como as menos famosas Wozniacki e Wickmayer. O jogo de hoje foi mais disso.

2 - Vontade: Pouco a pouco, Sharapova começa a parecer ainda mais com a sua precursora, Kournikova. Ela não jogou nenhum dos torneios preparatórios (ao menos não os sérios) e continua se preocupando mais em desfilar do que jogar. Não a toa, sua grande notícia nesse AusOpen foram seus novos brincos. Enquanto isso, Kirilenko mostrou determinação e garra o jogo todo, e isso se mostrou determinante no duro jogo de hoje.

3 - Beleza: Parece sacanagem, mas quem escolheu essa roupa de Sharapova? Cada dia a sua beçeza enoja mais. Novos ares estão chegando,felizmente, com a Kirilenko.

Mais uma vitória impressionante


Sens vence a 2ª partida seguida com o 3º goleiro e volta à briga pelos Play-Offs

Ontem os Senators deram mais uma manifestação de que, mesmo dizimados, vão lutar por uma das últimas vagas até o fim.

O retorno do capitão Alfredsson - de costas na foto - parece ter ajudado os Sens a superar as suas deficiências, em atuar basicamente sem uma linha completa de titulares (entre eles, Spezza e Michalek, que costumam compor a 1a linha dos Senators ao lado do capitão). Alfie foi responsável pela assistência para o 1º gol da carreira do calouro Zack - de frente na foto - (em desvantagem numérica) e ainda pelo gol de empate em um momento crucial, em que os Habs ameaçavam tomar o jogo para si.

Outro destaque da equipe fica por conta de Mike Brodeur (não, não estamos falando do Brodeur mais famoso). Apesar de ter começado a temporada como goleiro da liga minor AHL, em todas suas atuações no time principal Brodeur não só correspondeu, como sueprou as expectativas. Agora, seu retrospecto está em 3-0-0, com média de gols sofria em surpreendentes 1 gol por jogo.

Com essa atuação, os Sens fecharam o Sábado na 6a colocação do Lestre, dentro da briga. Se o meu time de futebol, o Fluminense, foi batizado de time de guerreiros, os Sens podem muito bem começar a mostrar ser seu equivalente no gelo nessa temporada.

O próximo jogo ocorre nessa Segunda, frente ao carrasco Bruins dentro de Boston no TD Garden.